Cidades de Portugal – Segunda Parte

Cidades de Portugal – Segunda Parte

Bem, continuamos com a nossa “resumida” lista das cidades de Portugal que tem e deve visitar. Como já devem ter reparado estamos no fim da mesma.

Últimas 5 cidades de Portugal:

5. Madeira

Com o apelido de “Jardim Flutuante do Atlântico”. A Madeira é um oásis fértil localizado entre Portugal e o Norte de África.  A ilha é popular pelas suas exuberantes paisagens verdes, jardins de flores e vinhos.

Lugares imperdíveis incluem o Jardim das Orquídeas e a Floresta Laurissilva, que abriga a maior concentração de louro do mundo.

A capital e maior cidade da Madeira é o Funchal, lar de igrejas históricas, fortalezas, resorts turísticos e restaurantes, bem como o Lido Promenade arborizado, que apresenta vistas espectaculares sobre o oceano.

4.  Sintra

Situado na Costa de Lisboa, Sintra apresenta um cenário espectacular de colinas verdes, salpicada de bonitas moradias, retiros reais, castelos e palácios. Um bom exemplo, é o lindo Palácio de Pena,  construído em meados dos anos 1800. Este serviu como um retiro de verão para a família real portuguesa.

O Palácio da Pena está rodeado por parques florestais com árvores exóticas, plantas e flores. Também não deve perder as ruínas antigas do Castelo dos Mouros, coroando a colina mais alta da cidade, e o romântico Palácio de Monserrate com seus jardins subtropicais.

3.  Algarve: Faro, Lagos, Silves, Tavira…

Um clima mediterrânico, belas praias, cidades pitorescas, locais históricos, cozinha fabulosa e custos acessíveis. Estas são apenas algumas das razões que fazem do Algarve um dos melhores lugares para visitar em Portugal. Localizado na região mais austral do país, o Algarve oferece uma festa para os olhos.

região de algarve

Faro é a capital da região do Algarve e Lagos é o ponto quente da área para a vida nocturna. Circundado por laranjeiras, Silves é mais conhecido pelo seu castelo de arenito vermelho, enquanto Tavira é uma cidade elegante repleta de monumentos renascentistas, pontes e castelos.

2. Porto

Mundialmente famosa pela sua produção de vinho do Porto, está localizada no norte de Portugal.  Esta movimentada cidade espalha-se ao longo de colinas e onde se poderá apreciar as vistas para o Rio Douro.

cidade do porto

No coração do Porto está a encantadora zona pedonal, a Ribeira, um lugar atmosférico ao lado do rio.  Uma cidade cheia de vida, zumbindo em música ao vivo, cafés, restaurantes e vendedores ambulantes. Por isso, com certeza encontrará um delicioso e barato lugar onde comer.

Além disso, a Ponte D. Luis, uma ponte metálica de arco duplo que liga Porto a Vila Nova de Gaia, conhecida pelas suas adegas portuárias.

1. Lisboa

Esticada ao longo das margens do rio Tejo, perto do Oceano Atlântico, a capital e a maior cidade de Portugal. Um destino encantador de clima quente, becos sedutores, lojas pitorescas, catedrais góticas, pontes impressionantes e bairros coloridos. Música de fado tradicional.

cidade de lsiboa

O bairro mais antigo da cidade é Alfama, um antigo bairro Mourisco, distinto pelo seu labirinto de ruas de paralelepípedos, arquitectura rústica e Castelo de São Jorge. A melhor maneira de conhecer Lisboa é tomando um dos bondes vintage, como o conhecido “Elétrico 28“, que serpenteia ao longo de bairros históricos, jardins e principais atracções.

 

Cidades de portugal – Primeira Parte

Cidades de portugal – Primeira Parte

Lindo país localizado na costa ocidental da Península Ibérica. Portugal é um dos países mais visitados da Europa devido ao seu clima idílico, custos de viagem acessíveis e atrações excepcionais. A variada geografia de Portugal varia desde as verdes montanhas e vinhedos do Norte,  às terras ondulantes e aldeias medievais da região Central, até as glamourosas praias ao longo da costa sul.

Também pertencentes a Portugal, mas situados no Oceano Atlântico, encontram-se os arquipélagos dos Açores e da Madeira. Conhecidos pelas suas exuberantes paisagens e jardins de flores. Vamos dar uma visão geral das cidades de Portugal que deve visitar.

10. Coimbra

Uma pequena e encantadora cidade situada no rio Mondego, no centro de Portugal.  Coimbra é o lar de locais históricos, belos jardins e o segundo estilo de música de fado do país. Assim como, de uma indiscutível cultura viva. Uma cidade centrada numa das universidades mais antigas da Europa.

cidade de coimbra

Uma das melhores coisas para fazer em Coimbra é simplesmente perder-se  na cidade.  Deste modo, descobrir a história, como a deslumbrante Catedral Velha ou o Mosteiro gótico de Santa Clara-a-Velha. Neste último,  pode encontrar o túmulo da rainha Isabel.

Nenhuma viagem a Coimbra seria completa sem uma visita à Universidade de Coimbra para admirar uma das mais belas bibliotecas do mundo, a Biblioteca Joanina.

9. Os Açores

O arquipélago dos Açores é composto por 9 ilhas vulcânicas no Oceano Atlântico. Estas estão localizadas perto de 1.500 km do oeste de Lisboa. O arquipélago é conhecido mundialmente para a observação de baleias e fontes minerais quentes.

As suas cidades costeiras pitorescas dão a cada ilha a sua própria identidade. Neste podemos encontrar a São Miguel, a maior ilha dos Açores e conhecida como “A Ilha Verde“. Assim como, o Pico que é o lar da montanha mais alta de Portugal.

8. Aveiro

Abraçando a costa atlântica do país, no centro de Portugal, Aveiro é uma cidade movimentada.  Na verdade, é frequentemente chamada de “a Veneza de Portugal”. Este nome surge graças a sua configuração pitoresca de canais panorâmicos ligados por encantadoras pontes. Assim como, pelas suas coloridas gôndolas e barcos de alta velocidade.

Locais históricos, belas praias e cozinha saborosa também fazem de Aveiro um destino turístico popular. As muitas atracções turísticas de Aveiro incluem a Catedral de Aveiro, a Capela de São Gonçalinho e o Convento de Jesus. Estes oferecem arquitetura encantadora e lindas obras de arte.

7. Évora

Évora pode ser uma pequena cidade na região das planícies do Alentejo, no sul de Portugal, mas tem um apelo turístico enorme. Com uma história que remonta a mais de 2.000 anos, Evora foi uma vez uma cidade florescente sob o domínio romano.

Hoje, Évora é a capital da região Alentejana,  abriga mais de 4.000 estruturas históricas, incluindo as antigas muralhas e templos romanos. Outro destaque é a Catedral do século XIII de Évora, uma das mais importantes estruturas góticas de Portugal. Não muito longe da cidade é o maior complexo da Europa de megalitos pré-históricos que também merecem uma visita.

6. Óbidos

Cidade localizada no alto de uma colina na região Centro do Oeste de Portugal. Óbidos está cercado por uma antiga muralha fortificada. Além da parede, o magnífico castelo medieval e centro histórico de Obidos compõem a principal atração da cidade e pode ser facilmente percorrida.

Um labirinto de estreitas ruas de paralelepípedos leva os visitantes ao longo de praças movimentadas, cafés convidativos, lojas pitorescas e casas brancas decoradas com flores coloridas. O castelo com portões enormes, torres e ameias, é agora um hotel de luxo, mas uma maravilha de se ver.

Exploradores Portugueses: Um Pouco de História Marítima

Exploradores Portugueses: Um Pouco de História Marítima

No final do século XV e início do século XVI, Portugal foi o líder indisputado na Era Europeia da Descoberta (também referida como a Era da Exploração). Este período produziu muitos exploradores portugueses famosos que correram grandes riscos em aventuraram-se em águas desconhecidas.

Nesta categoria sobre os famosos exploradores portugueses, vai descobrir quem eram esses homens, aonde eles viajaram, por que correram tão grandes riscos, e outras informações interessantes sobre eles. Esta informação é escrita de modo que as crianças e os adultos igualmente compreendam.

Na época Renascentista e Isabelina da exploração foi dominado pela primeira vez pelos valentes exploradores portugueses. A Renascença viu o sucesso dos exploradores portugueses na aquisição de monopólios em grande parte do comércio oriental de especiarias. Assim como, as suas expedições ao Japão e ao Novo Mundo trouxeram grande riqueza e poder a Portugal.

As novas descobertas feitas pelos exploradores portugueses trouxeram riquezas incontáveis em termos de ouro, prata e especiarias. Mas, também trouxeram poder e influência.

Famosos exploradores portugueses:

  • Diogo de Silves

Em 1427, ele descobre as Ilhas dos Açores. Este grupo de nove ilhas situa-se no Oceano Atlântico a aproximadamente 907 milhas de Lisboa.  Originalmente descobriu a ilha de Santa Maria quando retornava de uma viagem da Ilha da Madeira.

A Ilha da Madeira já era conhecida, contudo, não se sabia ao certo a sua localização. 

  • Bartolomeu Dias

Em 1488 o navegador ficou a ser conhecido como o primeiro europeu a navegar em torno do Cabo da Boa Esperança (ou seja, para além do extremo sul da África). Assim sendo, chegando assim ao oceano Índico desde do Atlântico.

Deste modo, a expedição portuguesa provou que havia um caminho alternativo para levar a cabo o comércio com o Oriente.

  • João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira

Em 1419 descobriram as Ilhas da Madeira. A descoberta foi um acidente e aconteceu quando o navio foi soprado fora do seu curso, enquanto velejavam ao longo da costa africana.

Esta descoberta foi a primeira descoberta territorial feita pelos portugueses durante a Era da Descoberta.

  • Vasco da Gama

Em 1498 ele navegou em torno da ponta da África até a costa leste da África através do Oceano Índico e para a Índia.

Foi o primeiro europeu a chegar à Índia pelo mar. Uma conquista importante que abriu uma rota comercial de água para a Índia. Esta realização também abriu o caminho para Portugal começar a construir um império colonial na Ásia.

  • Pedro Álvares Cabral

O Pedro Alvares é creditado com a descoberta do Brasil em 1500.  Também fez a primeira exploração significativa da costa nordeste da América do Sul. Assim como, reivindicou esta terra para Portugal.

  • Fernão de Magalhães

Este famoso explorador português liderou a primeira viagem de circum-navegação em 1519 a serviço do rei de Espanha.

Apesar de ter sido morto durante a viagem, foi o primeiro a chegar à Terra do Fogo, no sul do continente americano, a atravessar o estreito que nos dias de hoje leva o seu nome e  de cruzar o Oceano Pacífico, que nomeou.

Assim como, foi o primeiro europeu a ter visto um pinguim.  Daí ter o apelido de “Pinguim-de-Magalhães”.

  • Gaspar e Miguel Corte-Real

O Gaspar Corte-Real fez a sua primeira viagem à Gronelândia em 1500, chamada “Terra dos Corte-Reais”.  Em 1501 partiu numa segunda expedição ao continente americano, porém, não voltou da viagem.  Por isso, o seu irmão Miguel partiu em 1502 na sua procura, mas também nunca mais foi visto.

Inês de Castro: Uma História de Amor

Inês de Castro: Uma História de Amor

Sempre gostei muito de história. Acredito que conhcer o nosso percurrido pelo mundo é umas das melhores formas de aprender sobre o ser humano.

Deste modo, adoro ler sobre os nossos antepassados e até ver  filmes baseados em fato reias.  No entanto, há algo que sempre me ponderei… Gostamos tanto de histórias de amor, mas onde está o filme de Inês de Castro?

Bem, eu sei que a história não aconteceu como a lenda diz… Mas, o amor que sentiram foi sem dúvida algo verdadeiro.  A história portuguesa é tão rica e interessante, que Hollywood deveria estar a estudá-la ao pormenor!

Quem foi Inês de Castro?

Assim sendo, Inês de Castro chegou a Portugal como dama de companhia da segunda esposa de D. Pedro, a Constanza Manuel de Castilla.  Os dois conheceram-se na véspera do seu casamento com Constanza e desde aí a paixão cresceu indiscutivelmente.  O seu amor correspondido levou-os a ter uma relação conhecida por todos.

Por isso, o Rei Afonso IV irritado com o amor adúltero do seu filho com Inês, decide mandá-la para o exílio.  Foi enviada para Alburquerque, em Castela, mas isto não foi empedimento para o seu amor. Já que de lá continuou a enviar e receber cartas do seu amado.

No entanto, um ano mais tarde a Constanza morreu no nascimento do Fernando e, desta forma, o Pedro ficou livre do seu casamento por conveniência. Portanto, consegue trazê-la de volta e instalá-la num palácio perto do mosteiro de Santa Clara.

Assim nos próximos cinco anos, o Pedro e Inês viveram os seus anos mais felizes em que tiveram quatro filhos (Afonso, João e Beatriz Diniz). Em 1354 eles casaram-se em segredo com o Bispo da Guarda. A Fonte dos Amores foi a testemunha para as confidências do casal e continua até hoje como uma lugar lendário do romance.

Fim trágico

O Pedro foi gradualmente aproximando-se dos dois irmãos da Inês, o Álvaro e o Fernando de Castro. Que viram a oportunidade de obter o apoio português para a luta contra o Rei de Castilla e até conseguem oferecer ao infante o trono.

No entanto, Afonso IV opôs-se a esses planos porque se o Reino de Castilla era incomodado a  independência de Portugal corria risco. Nem confiava nos irmãos da Inês, pois acreditava poderiam estar a conspirar contra o seu neto Fernando, filho de Pedro e Constança, para levar ao poder um dos quatro filhos bastardos.

Deste modo, a Inês foi considerada como uma forte ameaça para o Estado Português. Três dos seus diretores (Pedro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco) convenceram o Rei de escolher a morte da Inês como a única maneira de acabar com muitos riscos políticos.

As dramáticas circunstâncias do seu relacionamento com Pedro I levaram ao seu assassinato.  Assim sendo, em 7 de janeiro de 1355, três cavaleiros leais ao Rei levaram a cabo a sua vontade quando impiedosamente abatiram e enterraram o seu corpo na igreja de Santa Clara.

A Vingança

Pedro, que estava ausente, ao saber do triste fim da sua amada, ficou devastado e começou uma luta contra seu pai, causando pesados ​​combates. A rainha-mãe, Dona Beatriz, teve de intervir para assinar um tratado de paz em agosto daquele ano. Dois anos mais tarde, em 1357, morreu Alfonso IV e Pedro subiu ao trono. O seu primeiro ato como rei foi procurar os assassinos de Inês de Castro refugiados em Castela.

Rainha Depois da Morte

Em 1360 ele confessou o seu casamento com Inês de Castro, para que se tornasse rainha digna de todas as honras. Assim, no mesmo ano, o corpo da sua amada foi solenemente transferido do convento de Coimbra para Alcobaça Mosteiro. Já que aí é onde os monarcas portugueses estão enterrados. Pedro tinha construído para ela um mausoléu de pedra branca esculpido com ela coroada na tampa.  A lenda conta que ele mandou colocar o corpo da Inês no trono coroada e obrigou os nobres a beijar a mão da sua Rainha.

Anos mais tardes, ele mandou construir um túmulo semelhantes para ele. Quando ele morreu, em janeiro de 1367, foi enterrado ao lado de Inês. A posição inicial foi lado a lado, de pés virados a nascente. Na década de 1780, estes foram deslocados ao panteão real, onde froam colocados frentre a frentes.  No entanto, em1956 foram mudados a sua localização actual. Assim, frente a frente, nasceu a lenda em torno a sua posicção: que estavam frente a frente  para que no dia da ressurreição, poderiam levantar-se e cair em braços um do outro. Ou “possam olhar-se nos olhos quando despertem no dia do juízo final”

Por isso, a sangrenta vingança de Pedro e a lenda da coroação do seu cadáver exumado, tornam a Inês de Castro num frequente tema de arte, música e drama. Eu pessoalmente, adorei o episódio dos Lusíadas, foi aí que o meu interesse pelo tema nasceu,

Vinho do Porto: A Sua História

Vinho do Porto: A Sua História

Na nossa publicação anterior começamos a falar da história comércio do vinho português. Vamos a continuar com a sua evolução.

Na publicação anterior, ficamos por 1654 e o Tratado de Westminster. Em 1667 Colbert, o Primeiro Ministro de Louis XIV, embarcou numa série de medidas para restringir a importação de bens ingleses para a França. Isto fez com que Charles II de Inglaterra aumentasse as taxas nos vinhos franceses e proibir mais tarde a sua importação completamente.  Obrigando o comércio inglês do vinho a procurar fontes alternativas da fonte.

A oportunidade foi aproveitada rapidamente pelos comerciantes ingleses de Viana do Castelo. Estes começaram a concentrar os seus esforços no rápido crescimento do negócio do vinho. No entanto, perceberam-se que os vinhos finos e adstringentes ​​feitos no clima temperado e húmido do Minho não eram do agrado do consumidor inglês.

Vale do Douro

Assim sendo, começaram a explorar para o interior. Isto é, para os vinhos mais robustos e encorpados das encostas íngremes e rochosas do Alto Douro.  Esta região interior quente e árida atrás das montanhas do Marão, é onde se faz o vinho do Porto hoje.

A longa distância e o terreno montanhoso fizeram com que os vinhos do Douro não pudessem ser transportados por terra para Viana do Castelo. Deste modo, estes tiveram de ser levados pelo rio Douro de barco. A partir do Porto, os navios os levaram para a Inglaterra, navegando pelo Atlântico sobre a boca traiçoeira do rio Douro.

Porém, para desenvolverem o seu negócio, os comerciantes de Viana do Castelo tiveram que se estabelecer no Porto. Por isso, no final da primeira década do século XVIII, a maioria deles abandonaram a cidade. Um dos primeiros pioneiros do comércio do vinho do Douro foi Peter Bearsley, filho do fundador da Taylor.  Acredita-se ser o primeiro comferciante de vinhos inglês a fazer a perigosa e desconfortável viagem para a parte superior do Douro Valley em busca do melhor vinho.

Apesar de terem vindo do sertão montanhoso do Vale do Douro a há 80 quilómetros da costa, os vinhos levaram o nome da cidade de onde foram expedidos.  Portanto, tornando-se assim no Vinho do Porto.

Vinho do Porto

O primeiro carregamento de vinho com esse nome ocorreu em 1678. No entanto, para proteger o vinho durante a longa viagem marítima, às vezes era “fortificado” antes do embarque. Isto era feito com a adição de uma pequena quantidade de uva, ou aguardente, que aumentou sua força. Mas, a técnica de adição de uma pequena proporção de aguardente para manter a qualidade do vinho não deve ser confundida com o processo. Já que agora uma parte essencial da confeção do Porto,  consiste na adição de aguardente durante a fermentação. O último método de fortificação só foi universalmente adotado muito mais tarde. Nas primeiras décadas, a maioria do Vinho do Porto não foi fortificada em tudo.

Fatos interessantes sobre Portugal – II

Fatos interessantes sobre Portugal – II

A continução pode encontrar alguns mais fatos interessantes sobre Portugal. Fiquem a conhecer mais sobre este magnífico, relaxante e cheio de espírito país.  Espero que goste! E se sabem de mais um não duvide em deixar seu comentários.

  • Portugal e Inglaterra têm a mais antiga aliança diplomática do mundo

A Aliança Luso-Britânica foi assinada em 1373 e está em vigor até hoje. Assim sendo, ambos os países chegaram a participar em guerras para defender o outro. Incluindo o Reino Unido entrando na Guerra Peninsular Ibérica e Portugal na Primeira Guerra Mundial.

  • Portugal é um dos melhores spots de surf do mundo

Portugal tem um litoral que se estende por 497 milhas (800 km) e é conhecido por ter 364 dias de surf.  Tem um clima muito suave, tornando-o num popular destino de surf para surfistas de dentro e fora da Europa.  Assim como, uma enorme variedade de ondas e, como resultado, torna um local ideal de surf para surfistas de todas as capacidades. É um bom lugar para aprender a surfar com muitos lugares oferecendo aulas de surf e pacotes.

surf portugal

  • Em 1755, Lisboa foi atingida por um dos mais poderosos terremotos da história europeia

Em 1 de Novembro de 1755, Lisboa foi atingida por um terremoto de magnitude 9,0, que foi seguido por um tsunami, e incêndios que derrubaram a cidade.

Além disso, o terremoto atingiu o Dia de Todos os Santos, uma grande festa quando as igrejas estavam cheias de velas acesas. O terremoto atingiu, derrubando as velas, causando grandes incêndios. 275.000 pessoas morreram e 85% dos edifícios foram destruídos. Até hoje, as pessoas falam sobre o devastador terremoto.

  • Português Fado foi classificado como patrimônio cultural mundial pela UNESCO

O Fado é um género musical que se origina na cidade de Lisboa. É um tipo de música folclórica triste e tocante ao coração cantada pelo povo comum.  Deste modo, este género musical foi recentemente adicionado à lista do Patrimônio Cultural Intangível do Mundo.

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  • Portugal foi o primeiro poder colonial a abolir a escravidão

Um dos fatos interessantes de Portugal é sobre a escravidão. Assim sendo, o país aboliu a escravidão todo o caminho de volta em 1761. Isto é, meio século antes de Grã-Bretanha, França, Espanha ou os Estados Unidos.