O que eu mais gosto de fazer no Porto

O que eu mais gosto de fazer no Porto

Hoje vamos a ver o que eu mais gosto de fazer no Porto. Apesar de ter crescido numa cidade perto, e visitar o Porto constantemete, há lugares que acho magníficos.

fazer no Porto

As minhas coisas preferidas a fazer no Porto:

  • Tome um café no Majestic

O Majestic Café, foi fundado há mais de 90 anos e está situado no coração do centro do Porto. Sem dúvida, é uma obrigação na lista de coisas para fazer para todos os visitantes.

É considerado o café mais emblemático da cidade. Entre os seus visitantes ilustres podemos encontrar o Jacques Chirac e Gago Coutinho (criador do “horizonte artificial” aeronáutico). Diz-se que JK Rowling passou muitas horas no Majestic Café a escreveer o seu primeiro livro de Harry Potter.

  • Assista a um concerto na Casa da Música

A Casa da Música foi concebida para marcar 2001, ano em que o Porto foi Capital Europeia da Cultura. Desde então, tornou-se numa referência arquitetónica na cidade. O projeto foi concebido por Rem Koolhaas e caracteriza-se por suas linhas modernas e pelos variados programas culturais que oferece durante todo o ano.

  • Faça uma visita guiada numa cave do Porto

As adegas de vinho do Porto situadas em Vila Nova de Gaia continuam a ser um ponto importante para quem goste de fazer degustações de Vinho do Porto. Aprenda a distinguir um Porto Tawny de um Porto Ruby e se tiver sorte experimente um Porto Vintage! Alguns passeios e degustações são gratuitos, enquanto outros irão cobrar uma pequena taxa de entrada.

  • Faça uma viagem de barco ao longo do Rio Douro

Uma das melhores coisas para fazer no Porto, para apreciar as vistas espetaculares da cidade é do rio! Há uma variedade de cruzeiros disponíveis a partir de  Vila Nova de Gaia e do Porto. Percorra o rio Douro para o leste das as vinhas do vinho do Porto. Até mais de 100 quilômetros para o interior.

  • Aproveite o pôr do sol de uma esplanada lado da praia

O excelente clima do Porto é propício para banhos de sol e passeios ao longo das várias praias com bandeira azul na área. Há uma variedade de esplanadas nas áreas de Foz, Matosinhos e Vila Nova de Gaia que são perfeitas para desfrutar do pôr-do-sol, admirar o Oceano Atlântico e relaxar com uma bebida fresca no final da tarde.

  • Experimente uma francesinha

A “Francesinha” é um dos pratos mais populares do Porto. Assim sendo, é conhecida como a sanduíche portuguesa mais popular, se se pode chamar isso! Louvado por gourmets em todo o mundo o prato atrai particularmente aqueles com um apetite por carnes picantes e é mais geralmente acompanhado por uma cerveja gelada.

  • Visite o Museu de Serralves

Serralves é cultura, natureza e arte. Dentro de seus extensos jardins e áreas verdes encontra-se o Museu de Arte Moderna, um projeto do arquiteto Siza Vieira com exposições de Paula Rego, Andy Warhol, entre outros. Este espaço é uma mistura de arquitetura brilhante, tranquilidade e vários espaços verdes.

  • Tome uma bebida tardia na “Galeria de Paris”

A rua das Galerias de Paris é o centro da vida noturna da cidade. Aqui encontrará dezenas de bares ao ar livre. As Galerias, como é conhecido, situam-se no centro do centro do Porto e oferecem um programa noturno alternativo, uma vez que todos os bares estão ao ar livre.

  • Compre um livro na Livraria Lello

Citado pelo The Guardian como “uma das mais belas livrarias do mundo”, a livraria Lello é um lugar que deve ver e rever no Porto. Inaugurado em 1906, ainda mantém seus tetos esculpidos originais, vitrais e rosa pintado curvo escadaria central! Lello oferece uma vasta gama de livros, enciclopédias e guias de viagem. Procure o bar de café no 1º andar.

  • Assista a um jogo de futebol no Estádio Dragão

O estádio de futebol “Dragão” foi reconstruído e inaugurado em 2003. O Manuel Salgado (o arquiteto) projetou o estádio, que custou mais de 90 milhões de euros para construir e pode acomodar 52 000 pessoas, sendo utilizado Dragão (dragão) como é o símbolo do clube.

  • Visite o Museu Soares dos Reis

O Museu Nacional Soares dos Reis, antigo Museu Portuense, foi fundado em 1833 pelo rei Pedro IV, estabelecendo o primeiro Museu de Arte Pública de Portugal. O museu está situado no Palácio de Carrancas, datado do final do século XVIII.

Assim sendo, as coleções de pinturas e esculturas portuguesas dos séculos XIX e XX e objetos nacionais e internacionais de artes decorativas, principalmente do século XVII ao século XIX, estão exibidas no segundo e terceiro andar. Onde alguns dos quartos estão ricamente decorados no neoclássico estilo.

Contudo, desde meados do século XIX até 1910, este edifício foi a residência temporária da família real portuguesa ao visitar o Norte.

 

Palácio da Pena: um lindo lugar cheio de história

Palácio da Pena: um lindo lugar cheio de história

O Palácio da Pena é um castelo romântico em São Pedro de Penaferrim, no concelho de Sintra, Portugal. O castelo fica no topo de uma colina nas montanhas de Sintra e num dia claro pode ser facilmente vista a cidade de Lisboa e grande parte da sua área metropolitana.

É um monumento nacional e constitui uma das principais expressões do Romantismo do século XIX no mundo. O palácio é um Património Mundial da UNESCO e uma das Sete Maravilhas de Portugal. É também utilizado para ocasiões estatais pelo Presidente da República Portuguesa e por outros funcionários do governo.

Um pouco de história do Palácio da Pena

Inícios do Palácio

A história do castelo começa na Idade Média quando uma capela dedicada a Nossa Senhora da Pena foi construída no topo da colina acima de Sintra. Segundo a tradição, a construção ocorreu após uma aparição da Virgem Maria.

Em 1493, o Rei João II, acompanhado da sua esposa, a Rainha Leonor, fez uma peregrinação ao local para cumprir um voto. O seu sucessor, D. Manuel I, também gostava muito deste santuário e ordenou a construção de um mosteiro neste local, que foi doado à Ordem de São Jerónimo. Durante séculos a Pena foi um lugar pequeno e calmo para a meditação, abrigando um máximo de dezoito monges.

No século XVIII o mosteiro foi severamente danificado por relâmpagos. No entanto, foi o Grande Terremoto de Lisboa de 1755, que ocorreu pouco depois, que tomou  danificou o mosteiro, reduzindo-o a ruínas. Porém, a capela (e as suas obras de mármore e alabastro atribuídas a Nicolau Chanterene) escaparam sem danos significativos.

O Príncipe Fernado

Por muitas décadas as ruínas permaneciam intocadas, mas ainda assim espantaram ao príncipe Fernando. Em 1838, como rei,  decidiu adquirir o antigo mosteiro, todas as terras ao redor, o castelo dos moros e algumas outras propriedades próximas na área.

Assim sendo, o Rei Fernando II então começou a transformar os restos do mosteiro num palácio. Este serviria como residência de verão para a família real portuguesa.

A construção ocorreu entre 1842-1854, embora estivesse quase concluída em 1847. O Rei Fernando e a Rainha Maria II intervieram decisivamente em questões de decoração e simbolismo. Entre outros, o rei sugeriu a inclusão de arcos abobadados, elementos medievais e islâmicos. Assim como também desenhou uma janela ornamentada para a fachada principal.

Exploradores Portugueses: Um Pouco de História Marítima

Exploradores Portugueses: Um Pouco de História Marítima

No final do século XV e início do século XVI, Portugal foi o líder indisputado na Era Europeia da Descoberta (também referida como a Era da Exploração). Este período produziu muitos exploradores portugueses famosos que correram grandes riscos em aventuraram-se em águas desconhecidas.

Nesta categoria sobre os famosos exploradores portugueses, vai descobrir quem eram esses homens, aonde eles viajaram, por que correram tão grandes riscos, e outras informações interessantes sobre eles. Esta informação é escrita de modo que as crianças e os adultos igualmente compreendam.

Na época Renascentista e Isabelina da exploração foi dominado pela primeira vez pelos valentes exploradores portugueses. A Renascença viu o sucesso dos exploradores portugueses na aquisição de monopólios em grande parte do comércio oriental de especiarias. Assim como, as suas expedições ao Japão e ao Novo Mundo trouxeram grande riqueza e poder a Portugal.

As novas descobertas feitas pelos exploradores portugueses trouxeram riquezas incontáveis em termos de ouro, prata e especiarias. Mas, também trouxeram poder e influência.

Exploradores Portugueses

Famosos exploradores portugueses:

  • Diogo de Silves

Em 1427, ele descobre as Ilhas dos Açores. Este grupo de nove ilhas situa-se no Oceano Atlântico a aproximadamente 907 milhas de Lisboa.  Originalmente descobriu a ilha de Santa Maria quando retornava de uma viagem da Ilha da Madeira.

A Ilha da Madeira já era conhecida, contudo, não se sabia ao certo a sua localização. 

  • Bartolomeu Dias

Em 1488 o navegador ficou a ser conhecido como o primeiro europeu a navegar em torno do Cabo da Boa Esperança (ou seja, para além do extremo sul da África). Assim sendo, chegando assim ao oceano Índico desde do Atlântico.

Deste modo, a expedição portuguesa provou que havia um caminho alternativo para levar a cabo o comércio com o Oriente.

  • João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira

Em 1419 descobriram as Ilhas da Madeira. A descoberta foi um acidente e aconteceu quando o navio foi soprado fora do seu curso, enquanto velejavam ao longo da costa africana.

Esta descoberta foi a primeira descoberta territorial feita pelos portugueses durante a Era da Descoberta.

  • Vasco da Gama

Em 1498 ele navegou em torno da ponta da África até a costa leste da África através do Oceano Índico e para a Índia.

Foi o primeiro europeu a chegar à Índia pelo mar. Uma conquista importante que abriu uma rota comercial de água para a Índia. Esta realização também abriu o caminho para Portugal começar a construir um império colonial na Ásia.

  • Pedro Álvares Cabral

O Pedro Alvares é creditado com a descoberta do Brasil em 1500.  Também fez a primeira exploração significativa da costa nordeste da América do Sul. Assim como, reivindicou esta terra para Portugal.

  • Fernão de Magalhães

Este famoso explorador português liderou a primeira viagem de circum-navegação em 1519 a serviço do rei de Espanha.

Apesar de ter sido morto durante a viagem, foi o primeiro a chegar à Terra do Fogo, no sul do continente americano, a atravessar o estreito que nos dias de hoje leva o seu nome e  de cruzar o Oceano Pacífico, que nomeou.

Assim como, foi o primeiro europeu a ter visto um pinguim.  Daí ter o apelido de “Pinguim-de-Magalhães”.

  • Gaspar e Miguel Corte-Real

O Gaspar Corte-Real fez a sua primeira viagem à Gronelândia em 1500, chamada “Terra dos Corte-Reais”.  Em 1501 partiu numa segunda expedição ao continente americano, porém, não voltou da viagem.  Por isso, o seu irmão Miguel partiu em 1502 na sua procura, mas também nunca mais foi visto.